Bem depois de alguns dias desaparecida eis que volto tipo D. Sebastião, mas em vez de estar envolta em nevoeiro regresso envolta na porra deste temporal (já não se aguenta este tempo! São Pedro eu nesta altura já conseguia fazer praia quando vinha ao Algarve, agora que moro cá nem a uma esplanada dá para ir? grrrr).
Para vos informar que aqui a Je, começou a operação "FICAR BOA COM'Ó MILHO ATÉ AO VERÃO E AINDA MELHOR P'Ó CASAMENTO!" (o título tem de ser assim e em caps que é para ver se eu atino).
Depois de um ano seguido com 70 kg e a medir 1,67m, achei que se calhar já me punha era a correr e a comer melhor, para não chegar ao Verão e andar a modos que deprimida com o pneu da barriga. Por isso informo que voltei ás minhas corridas matinais com o M, a ver se não como tantos pacotes de batata frita e se deixo de comer massas ao jantar!
Virei aqui todos os dias informar-vos da minha actividade física e peço-vos encarecidamente que quando falhar, usem a caixa de comentários para me insultarem á vontade (mas não á vontadinha eheh ). Começando por hoje, fui correr nos dois últimos dias menos hoje, pois a minha casa gritava urgentemente por limpeza e ontem ao jantar dancei tanta música brasileira que as minhas coxas ficaram igualmente doridas como se tivesse corrido 50m ( conta como corrida não conta?) Ah! Comi o resto da massa do almoço ao jantar... (vá estejam á vontade, tipo "txi não comas menos não! no dia do casamento o vestido vai rebentar".
Bem pessoal até amanhã!
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domingo, 31 de março de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
2012 (parte II)
Pois é, 2012 foi mesmo um ano filho da mãe com a morte do meu Avô.
Mas como referi no post anterior, 2012 conseguiu também ser um ano maravilhoso.
Foi o ano em que passei a acreditar que a história da alma gémea é verdadeira, que o amor entre duas pessoas pode ser mesmo verdadeiro e profundo, não apenas uma paixão passageira.
Durante anos nunca fui pessoa de namorar á séria, conhecer os pais, namorar mais de um ano, etc. Apenas tive duas relações assim, em ambas uma terceira pessoa passou-me a perna!
Se fiquei para morrer? Não. Se fiquei triste? Sim, mas o orgulho ferido falou bem mais alto e logo tratei de não dar importância e passei para outras aventuras que tão bem me souberam!
Desde pequena, como a maior parte das meninas, sempre sonhei com o meu príncipe encantado e o casamento mas não passei a minha vida á procura do Tal, limitei-me a curtir bem a minha vida, fazendo parvoíce atrás de parvoíce, por momento algum pensei que fosse ficar para "tia", ou seja, foi algo que nunca me preocupou.
Sempre fui de paixões, quer dizer mais para o lado físico do que propriamente sentimental (consegui explicar-me?!).
Até que me fartei de tudo o que tinha e fugi, fugi para 300 km de casa, fartei-me de tudo, da minha família (que tanto amo e não os trocava por nada), mas que sempre foram todos muito dependentes de mim, desde os 17 anos que arcava com a responsabilidade (sobretudo emocional) de todos, comecei a sentir a pouco e pouco que se não ganhasse as minhas asas dificilmente conseguiria sair do ninho, e aí o meu querido Avô sempre me apoiou, foi o primeiro a dizer-me para "ganhar tomates" e fazer-me á vida, que dificilmente me tornaria independente e eles também, e tendo em conta que já passava dos 25 anos, começou a fazer sentido. Até que do nada uma oferta apareceu-me do céu, ir trabalhar durante o Verão para o Algarve, com casa e despesas pagas, nem pensei duas vezes e vim!
Lá vim eu, um Verão no Algarve sozinha?! De certeza que iria ser a p*** da loucura!
Ahahah como eu me enganei!
Acabei por conhecer o M, um café aqui, umas minis ali, uma ida relâmpago ao Alive para ir ver os Coldplay, e nada se tinha passado, conversa aqui conversa ali, percebemos que o que ambos queríamos era mesmo "p***s e vinho verde" , ou seja em sintonia para curtirmos a vida convidei-o (com uma grande lata e sabendo o desfecho provável de cada um para seu lado no final) para irmos passar um fds dos dois em Sagres, pois que fomos, voltamos e um ano e meio continuamos juntos!
Porra! Fiquei parva, basicamente dormimos quase todas as noites juntos desde que nos conhecemos!
Mesmo com a minha família de férias em minha casa, escapulia-me para ir dormir a casa dele (morávamos muito perto um do outro), nem um mês depois do fds em Sagres começámos a morar juntos.
E todos os dias o nosso Amor tem vindo a crescer, a tornar-se maduro; ao contrário do normal, não senti uma paixão enorme de inicio, pelo contrário, sentia um carinho, uma vontade de continuar ao lado dele, um sentimento que me ocupou o coração e todos os dias tem continuado a crescer. Em certas alturas foi estranho, pois não nos conhecíamos como deve de ser, mas o facto de nos deitarmos juntos todos os dias deu-nos uma cumplicidade fora do normal.
Quando o meu Avô faleceu ele esteve sempre ao meu lado e da minha família, não nos largou um segundo, ai o meu Avô gostava tanto dele, estava tão feliz por me saber bem entregue e o M adorava o meu Avô.
Mesmo estando a maior parte do tempo com os olhos cheios de lágrimas (como estou de momento), consegui acordar em 2012 todos os dias com um sorriso nos lábios, por amar e me sentir amada, por ter um homem ao meu lado que faz tudo para eu me sentir feliz, mesmo quando temos as discussões típicas de um casal temos uma regra:
- Nunca nos deitamos chateados, temos sempre de resolver o quer que seja que nos perturbe antes de nos deitarmos, para todas as noites digamos amo-te e todos os dias ao acordar igual.
(to be continued)
Mas como referi no post anterior, 2012 conseguiu também ser um ano maravilhoso.
Foi o ano em que passei a acreditar que a história da alma gémea é verdadeira, que o amor entre duas pessoas pode ser mesmo verdadeiro e profundo, não apenas uma paixão passageira.
Durante anos nunca fui pessoa de namorar á séria, conhecer os pais, namorar mais de um ano, etc. Apenas tive duas relações assim, em ambas uma terceira pessoa passou-me a perna!
Se fiquei para morrer? Não. Se fiquei triste? Sim, mas o orgulho ferido falou bem mais alto e logo tratei de não dar importância e passei para outras aventuras que tão bem me souberam!
Desde pequena, como a maior parte das meninas, sempre sonhei com o meu príncipe encantado e o casamento mas não passei a minha vida á procura do Tal, limitei-me a curtir bem a minha vida, fazendo parvoíce atrás de parvoíce, por momento algum pensei que fosse ficar para "tia", ou seja, foi algo que nunca me preocupou.
Sempre fui de paixões, quer dizer mais para o lado físico do que propriamente sentimental (consegui explicar-me?!).
Até que me fartei de tudo o que tinha e fugi, fugi para 300 km de casa, fartei-me de tudo, da minha família (que tanto amo e não os trocava por nada), mas que sempre foram todos muito dependentes de mim, desde os 17 anos que arcava com a responsabilidade (sobretudo emocional) de todos, comecei a sentir a pouco e pouco que se não ganhasse as minhas asas dificilmente conseguiria sair do ninho, e aí o meu querido Avô sempre me apoiou, foi o primeiro a dizer-me para "ganhar tomates" e fazer-me á vida, que dificilmente me tornaria independente e eles também, e tendo em conta que já passava dos 25 anos, começou a fazer sentido. Até que do nada uma oferta apareceu-me do céu, ir trabalhar durante o Verão para o Algarve, com casa e despesas pagas, nem pensei duas vezes e vim!
Lá vim eu, um Verão no Algarve sozinha?! De certeza que iria ser a p*** da loucura!
Ahahah como eu me enganei!
Acabei por conhecer o M, um café aqui, umas minis ali, uma ida relâmpago ao Alive para ir ver os Coldplay, e nada se tinha passado, conversa aqui conversa ali, percebemos que o que ambos queríamos era mesmo "p***s e vinho verde" , ou seja em sintonia para curtirmos a vida convidei-o (com uma grande lata e sabendo o desfecho provável de cada um para seu lado no final) para irmos passar um fds dos dois em Sagres, pois que fomos, voltamos e um ano e meio continuamos juntos!
Porra! Fiquei parva, basicamente dormimos quase todas as noites juntos desde que nos conhecemos!
Mesmo com a minha família de férias em minha casa, escapulia-me para ir dormir a casa dele (morávamos muito perto um do outro), nem um mês depois do fds em Sagres começámos a morar juntos.
E todos os dias o nosso Amor tem vindo a crescer, a tornar-se maduro; ao contrário do normal, não senti uma paixão enorme de inicio, pelo contrário, sentia um carinho, uma vontade de continuar ao lado dele, um sentimento que me ocupou o coração e todos os dias tem continuado a crescer. Em certas alturas foi estranho, pois não nos conhecíamos como deve de ser, mas o facto de nos deitarmos juntos todos os dias deu-nos uma cumplicidade fora do normal.
Quando o meu Avô faleceu ele esteve sempre ao meu lado e da minha família, não nos largou um segundo, ai o meu Avô gostava tanto dele, estava tão feliz por me saber bem entregue e o M adorava o meu Avô.
Mesmo estando a maior parte do tempo com os olhos cheios de lágrimas (como estou de momento), consegui acordar em 2012 todos os dias com um sorriso nos lábios, por amar e me sentir amada, por ter um homem ao meu lado que faz tudo para eu me sentir feliz, mesmo quando temos as discussões típicas de um casal temos uma regra:
- Nunca nos deitamos chateados, temos sempre de resolver o quer que seja que nos perturbe antes de nos deitarmos, para todas as noites digamos amo-te e todos os dias ao acordar igual.
(to be continued)
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